Reserva de emergência: quanto você precisa e em quanto tempo chega lá
Não há número oficial, mas a referência mais usada é de 3 a 12 meses do seu gasto mensal, conforme a estabilidade da renda. Uma divisão comum: 6 meses para quem é CLT, 12 para autônomo ou PJ e 3 para servidor público. Coloque quanto você gasta e quanto consegue guardar por mês: a calculadora mostra a sua meta, quanto falta e em quantos meses você chega lá, já contando o rendimento.
É grátis, não precisa de cadastro e a conta é feita no seu navegador: os números só saem dele se você compartilhar o resultado.
Sua reserva ideal (6 meses de gasto)
R$ 18.000,00
Você chega lá em 23 meses.
Sai do seu bolso
R$ 13.800,00
Vem do rendimento
R$ 2.312,06
Taxa de hoje (BCB, 30/10/2026): CDI 13,65% ao ano. Rendendo 100% do CDI, são 1,07% ao mês, antes do imposto.
Crie sua conta grátis e eu monto o cofrinho da reserva com essa meta e o valor do mês, com lembrete pra você não esquecer.
Salvar no ClaudinColoque essa calculadora no seu site
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Opcional: cole também este script uma vez na página para a altura se ajustar sozinha ao conteúdo.
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A meta é o seu gasto mensal vezes os meses de cobertura do seu tipo de trabalho (ou os meses que você escolher). Para o prazo, o dinheiro já guardado rende todo mês e o valor que você guarda entra no fim de cada mês, até o saldo passar da meta. A simulação vai até 50 anos.
O rendimento usa o CDI de hoje, publicado pelo Banco Central vezes o percentual que você escolher, com juros compostos mês a mês. Usamos o rendimento antes do imposto de renda: numa reserva que rende perto do CDI, o imposto muda o prazo em pouco ou nada, e mantém a conta simples. Se você não informar quanto guarda por mês, não damos prazo: só o rendimento levaria décadas.
Perguntas frequentes
Quanto devo ter de reserva de emergência?
Não existe um número oficial. As referências mais citadas vão de 3 a 6 meses (B3) a 6 a 12 meses (Portal do Investidor da CVM) do que você gasta, conforme a estabilidade da renda. Uma divisão comum é 6 meses para CLT, 12 para autônomo ou PJ (renda que varia e sem seguro-desemprego) e 3 para servidor público. A base é o seu GASTO por mês, não o salário.
Onde deixar a reserva de emergência?
Num lugar seguro e que você consiga sacar no mesmo dia ou no dia seguinte. As opções mais comuns são o Tesouro Selic, CDBs com liquidez diária que paguem perto de 100% do CDI e contas remuneradas. A poupança também serve, mas costuma render menos. Ações, fundos com prazo de resgate longo e cripto não servem: podem estar em queda justo quando você precisar.
Devo montar a reserva ou pagar as dívidas primeiro?
Se você tem dívida cara, como rotativo do cartão ou cheque especial, o normal é guardar um valor pequeno (um mês de gasto, por exemplo) e colocar o resto para quitar essas dívidas, porque os juros delas são muito maiores do que qualquer rendimento. Depois que elas acabam, a parcela que ia para a dívida vira o aporte da reserva.
O que conta como emergência?
Perda de renda, problema de saúde, conserto urgente do carro ou da casa: coisas que não dá para adiar e que você não planejou. Viagem, presente e promoção não são emergência. Usou a reserva? A prioridade passa a ser recompor o valor.
Quanto guardar por mês para montar a reserva?
O que couber sem virar dívida: muita gente começa com 10% da renda. Mexa no campo “Quanto consegue guardar por mês” e veja como o prazo muda. Se o prazo ficar longo demais, vale rever gastos fixos para aumentar o aporte.